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23
Mar

Volta às Aulas: 3 doenças oftalmológicas comuns na infância

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Janeiro vai chegando ao final e vem trazendo consigo aquele período que desespera pais e filhos: a volta às aulas. Enquanto as crianças vão ficando ansiosas com o voltar a estudar e o fim das férias, os pais se desdobram para estarem com tudo pronto para este dia.

Estabelecendo uma rotina de estudos

Com o início do ano letivo, as crianças precisarão readquirir hábitos esquecidos durante as férias: acordar mais cedo, ir à escola e estudar em casa. E não pensem que será fácil: crianças são bastante relutantes no começo.

Estudar é fundamental para o desenvolvimento da criança, estimulando o conhecimento de coisas novas. Mas é importante que os estudos não fiquem restritos ao período escolar. Para fixar a matéria aprendida, estudar também em casa é importante.

O acompanhamento dos pais também é importante para estimular os estudos nas crianças. Um bom desempenho escolar está associado a uma boa rotina de estudos.

Dicas do Doutor Visão para saber se seu filho está com problema de visão

Nem sempre as crianças sabem explicar o que estão sentindo, ou se estão com problemas para enxergar. Apesar disso, elas podem estar dando dicas não verbais de que a visão não está tão boa.

Por isso, o Doutor Visão, especialista em boa saúde ocular do NEO, tem dicas importantes para os pais, que podem ajudar a identificar como anda a visão dos seus filhos:

Sinais que a criança pode estar com baixa qualidade de visão:

  • coceira frequente e insistente dos olhos;
  • a criança sente a necessidade de encostar o rosto nos materiais de estudo (ou mesmo para ver televisão);
  • dispersa a atenção muito rápido;
  • perde o interesse no que está sendo estudado e abandona;
  • mesmo com uma boa rotina de estudos, o desempenho escolar cai.

Estas dicas não verbais podem ser indicativas de que a criança esteja com a visão comprometida por um dos erros refrativos – Miopia, Hipermetropia ou Astigmatismo.

Erros refrativos

O processo da visão acontece quando a luz do ambiente exterior para pelo segmento anterior do olho (onde ficam a córnea, o cristalino e a pupila) e segue até o segmento posterior (onde estão localizados o nervo óptico e a retina), são processadas e enviadas para o cérebro.

Para que este processo aconteça de forma correta, é preciso que o globo ocular tenha um tamanho específico, permitindo que a córnea e a retina estejam posicionadas a uma determinada distância; e que a córnea apresente uma curvatura normal.

Quando há divergências no tamanho do globo ocular ou na curvatura da córnea, acontecem os erros refrativos, que são doenças oculares leves, mas que têm grande impacto na qualidade da visão.

A Miopia, por exemplo, é o erro refrativo mais comum, e que prejudica diretamente a visão para longe. A causa da miopia é o tamanho do globo ocular, que é maior do que o ideal, deixando a córnea mais longe da retina. Com isso, a luz que passa pela córnea acha seu ponto de foco antes de chegar à retina, o que prejudica a visão de objetos a longas distâncias – como a lousa, por exemplo. Pessoas míopes tendem a apresentar sintomas como dor de cabeça, cansaço ocular e pestanejamento constante.

A Hipermetropia, por sua vez, é o erro refrativo que afeta principalmente a visão para perto – que é fundamental para a leitura e estudos. A Hipermetropia está também está relacionada ao tamanho do globo ocular – que, neste caso, é menor e deixa a córnea muito próxima da retina. Por causa disso, o ponto de foco das imagens acontece depois da retina, afetando a visão de objetos mais próximos. Os sintomas associados a este erro refrativos são dores de cabeça, cansaço visual, sensação de peso ou areia, lacrimejamento, ardor e vermelhidão dos olhos.

Já o Astigmatismo, diferente do que acontece com os outros dois erros refrativos, está associado ao formato mais ovalado da córnea, o que faz com que os raios de luz cheguem à retina em diversos pontos simultâneos. O astigmata tem prejudicadas a visão para perto e para longe, que ficam distorcidas e sem foco. Os sintomas do Astigmatismo são dor de cabeça, ardor e vermelhidão dos olhos e fadiga ocular excessiva, especialmente no final do dia.

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Como ajudar as crianças

Apesar de perceptíveis, estes sinais não representam um diagnóstico correto de qualquer distúrbio da visão. Lembre-se: são apenas indicativos de algo pode estar estar errado.

Por isso, ao perceber estes sintomas, é importante que os pais levem as crianças para uma consulta oftalmológica de rotina com um oftalmologista especializado em saúde ocular. A visão ruim pode deixar o ano letivo dos seus filhos mais estressante do que o necessário.

Por isso, criamos o Guia NEO de Volta às aulas, com algumas dicas e informações importantes para melhorar a saúde ocular e o rendimento das crianças durante o ano letivo.

Quer ter acesso a este Guia Exclusivo? Basta clicar no link abaixo:

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